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Condomínios sustentáveis: consciência ambiental e economia

Condomínios sustentáveis vêm crescendo entre moradias residenciais e comerciais. Concilia qualidade de vida, proteção ao meio ambiente e redução de custos.

Investir em sustentabilidade é investir em qualidade de vida, proteção ao meio ambiente e redução de custos. A sustentabilidade é uma prática que vem crescendo em moradias residenciais e comerciais. Engana-se quem pensa que condomínios sustentáveis são importantes apenas para a preservação do meio ambiente, pois associado ao ganho ambiental está a economia nas contas condominiais. 

Mas como transformar as ideias “verdes” em práticas cotidianas? O primeiro passo para criar uma cultura de sustentabilidade em condomínios é realizar um trabalho de educação ambiental com moradores e funcionários. Temas como reciclagem, destinação correta dos resíduos, consumo consciente de água e energia devem ser abordados inicialmente para mobilizar a participação dos condôminos. 

Em condomínios é natural que nem todos se mobilizem imediatamente em torno das novas ideias. É um processo que requer paciência, porque no começo alguns podem fazer oposição diante das mudanças. Se apenas um grupo de moradores demonstrar interesse já é sinal que o projeto está no caminho certo, nesse caso, a tendência é a participação aumentar no decorrer do tempo. Os síndicos precisam estar abertos ao diálogo, pois ideias novas devem ser sempre bem-vindas.

 

Dicas sustentáveis para condomínios.

#1 Menos papel

Atualmente, com o uso de meios digitais para a comunicação, é inviável para um condomínio sustentável continuar a gastar papel em excesso, pois além do impacto ambiental, ainda necessita espaço para armazenamento físico. Assim, o uso de plataformas digitais para realizar comunicados e prestação de contas poderá contribuir de forma significativa para a economia de papel.

 

#2 Automação residencial

É possível unir conforto, segurança e economia de energia elétrica? Com a automação de componentes elétricos e equipamentos eletrodomésticos das residências é possível e vale a pena investir. Em um imóvel automatizado, o morador determina o que irá utilizar e em qual horário, dessa forma, equipamentos são programados para funcionarem na potência adequada conforme a necessidade de uso. Assim, lâmpadas, ar-condicionado, fechaduras, eletrodomésticos e câmeras podem ser controlados remotamente, o que proporciona comodidade, segurança e economia de energia. 

A instalação de luzes com sensores de presença nas áreas comuns pode reduzir o consumo de energia elétrica. Em termos práticos, os sensores irão ativar as luzes somente quando detectarem a presença ou movimento de alguém no ambiente, em contrapartida, as luzes ficarão apagadas quando o local estiver vazio.

 

#3 Energia solar

Prédio com painéis solares instalados.

Prédio com painéis solares instalados.

A instalação de um sistema de geração de energia solar requer um alto investimento, apesar disso, a depender da quantidade de energia demandada pelo imóvel, o retorno do investimento logo irá ser obtido através da economia na conta de energia. E mais, de acordo com o GBC Brasil (Green Building Council), condomínios sustentáveis se valorizam em até 30% no mercado imobiliário.

A energia solar, além de ser econômica, é uma fonte de energia renovável e “limpa”, pois não emite gases poluentes nocivos à saúde, como dióxido de carbono (CO2) e dióxido de enxofre (SO2). O Brasil possui grande potencial para incentivar o uso da energia solar, por possuir extensas áreas de radiação solar. 

Existem dois sistemas para a produção de energia elétrica através da energia solar, o fotovoltaico e o heliotérmico. O sistema fotovoltaico não necessita de alta irradiação solar para produzir energia, no entanto, o sistema heliotérmico depende de alta irradiação solar e baixa pluviosidade. Durante o funcionamento de um painel fotovoltaico é atribuída uma economia de até 90% na conta de energia.

Com o objetivo de disseminar a utilização de energia solar, clubes de assinatura para consumo de energia fotovoltaica estão se popularizando no Brasil. Por exemplo, a startup Clube Watt tem como missão permitir a popularização do acesso à energia solar. Por não demandar a instalação de geradores fotovoltaicos nas residências, o clube é uma opção viável para consumidores que não possuem espaço físico ou condições de investir na instalação de usinas de geração individual. Em resumo, com a associação no clube, o sócio aluga a quantidade de cotas de energia necessárias ao seu consumo e os kWh produzidos são descontados na conta de luz emitida pela distribuidora de energia, o que pode gerar uma economia de até 25% na conta de energia elétrica.

 

#4 Óleo de cozinha

O descarte inadequado do óleo de cozinha pode entupir tubulações, contaminar o solo, a água e o clima. Pesquisas apontam que são feitas em média 4 limpezas anuais nas caixas de gorduras em condomínios com 90 a 100 apartamentos.

Através de um processo chamado reação de saponificação, o óleo de cozinha é reciclado como matéria-prima para a produção de sabão. Atualmente, é comum condomínios fecharem parceria com empresas fabricantes de produtos de limpeza, que realizam a coleta do óleo de cozinha e em troca oferecem diversos produtos de limpeza para o condomínio parceiro.

Dessa forma, a coleta do óleo descartado pelos moradores é uma medida benéfica ao meio ambiente. Por conseguinte, com a destinação adequada do óleo de cozinha, estima-se uma economia de até 75% nos gastos com manutenção e o aumento da vida útil das caixas de gordura. 

 

#5 Água

A água é um recurso limitado, assim, o reuso dos recursos hídricos de forma racional torna-se primordial para o uso consciente entre os moradores. Por exemplo, o sistema de reaproveitamento da água da chuva, do ar-condicionado e da piscina para fins não potáveis, como irrigação de jardins, descargas de vasos sanitários, limpeza de calçadas e lavagem de carros. 

Para implementar esse sistema, o ideal é a construção de cisternas, reservatórios que irão armazenar a água a ser reaproveitada. Além disso, algumas medidas simples como varrer as calçadas ao invés de lavá-las, realizar revisões frequentes para evitar o aparecimento de vazamentos e substituir as torneiras tradicionais por modelos que possuem temporizador podem garantir uma significativa economia de água.

 

#6 Coleta seletiva

O Brasil ocupa o quarto lugar em geração de resíduos, produzindo cerca de 78 milhões de toneladas por ano. China, Estados Unidos e Índia ocupam as três primeiras posições. Diante do crescimento populacional e do aumento do consumo, a separação dos resíduos não pode faltar em condomínios sustentáveis. Órgãos governamentais e cooperativas realizam ações educativas e disponibilizam postos de coleta seletiva em todo o Brasil.

A implantação da coleta seletiva pode ser feita através da coleta porta a porta ou através de um ponto de entrega voluntária (PEVs), que são locais apropriados em que os moradores depositam os resíduos pós-consumo. Os resíduos dividem-se em materiais recicláveis (vidro, metal, papel, plástico e papelão) e não recicláveis (restos de comida, papel higiênico, guardanapo, papel laminado e outros).

 

#7 Pneus

Considerados como resíduos perigosos por serem constituídos de metais pesados como cádmio e chumbo, os pneus podem ser nocivos ao meio ambiente devido aos fatores de periculosidade que apresentam: inflamabilidade, corrosividade, toxicidade, reatividade e patogenicidade. Pneus reciclados são utilizados como matéria-prima de diversos produtos, desde base para o asfalto de ruas e estradas até como material de solas de sapato, pisos industriais e quadras esportivas. 

No artesanato também é possível encontrar soluções criativas que utilizam pneus velhos para a confecção de mesas e puffs. Uma ação interessante para ser desenvolvida em condomínios, é a realização de uma campanha de arrecadação de pneus velhos entre os condôminos. Com a criatividade aliada à união entre os moradores, esses pneus podem ser empregados na construção de um bicicletário para o condomínio. 

 

#8 Horta comunitária

Uma ação sustentável e que, certamente, irá impactar na saúde dos condôminos é a criação de uma horta comunitária. O plantio de alimentos de maneira orgânica resulta na colheita de alimentos frescos e livres das substâncias tóxicas utilizadas em alimentos processados na agricultura tradicional. A horta do condomínio também pode receber adubo feito com restos de cascas de ovos e frutas. Além dos alimentos saudáveis, o cuidado compartilhado da horta amplia a sociabilização entre os moradores. 

A preocupação ambiental é essencial na vida contemporânea, e conforme verificamos, ações sustentáveis podem trazer diversos benefícios e economia aos condomínios.

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